ESPAÇO DE APOIO A INFORTUNADOS, MISERÁVEIS E DESGRAÇADOS EM GERAL
Sexta-feira, 28 de Março de 2008
Lua de mel, lua de fel

Esta medida, seja vinda do PS ou do Bloco de Esquerda, até pode ser revolucionária, do ponto de vista jurídico, mas deve haver milhares de cidadãos que nem sequer percebem como é que ainda está por tomar. Hoje em dia, um divórcio só pode ser levado em diante se houver concordância entre as partes (via amigável) ou se houver quebra, por parte de um dos cônjuges, dos deveres de respeito, fidelidade, coabitação, cooperação ou assistência para com o outro (via litigiosa). Os situacionistas sublinham que um contrato social com as implicações que tem o casamento não deve ser banalizado, e lembram que só se casa quem quer. Mas obrigar alguém a manter-se casado, contra sua vontade, só porque o tédio ou o desencantamento não são razões válidas para a ruptura, é aplicar uma sanção sem que haja delito, o que vai até contra a génese do Direito. A não ser que se pense que o fim do desejo ou a desilusão sejam crimes.



publicado por João às 00:28
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